ÁUDIO: Corpo de Bombeiros fala sobre os perigos da linha cortante para empinar papagaio
A morte de um empresário levantou discussão sobre o uso do chamado cerol
Após a morte do empresário e piloto de paramotor Sandro Antonio Schons, de 52 anos, que caiu de uma altura de aproximadamente 10 metros, o Corpo de Bombeiros falou sobre os perigos de usar linhas chilenas ou qualquer fio cortante para empinar pipas.
Ouça a matéria em áudio do repórter Joelson Braga:
O acidente com Sandro Schons ocorreu na tarde do último domingo (14) e foi filmado e publicado em diversas páginas nas redes sociais.

As causas estão sendo apuradas, mas acredita-se que uma linha chinela, usada por empinadores de pipas, que tem o corte quatro vezes maior que o cerol comum, teria provocado a queda do equipamento.
Desde 2020, o Maranhão tem uma lei que proíbe a fabricação comercial e a venda de cerol, substância constituída de vidro moído e cola, muito utilizado na prática de soltar pipas.
A lei também proíbe a fabricação e a comercialização da chamada “linha chilena”, que é um fio encerado com quartzo moído, algodão e óxido de alumínio, ou quaisquer outros produtos que possuam elementos cortantes utilizados na linha de pipas.