Maranhão não registra casos da doença da urina preta
A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes; a maior parte dos casos está concentrada na região Norte do país.
A utoridades sanitárias dizem que não há nenhum caso suspeito da doença Síndrome de Haff (conhecida como doença da urina preta) no Maranhão. A maior parte dos casos está concentrada na região Norte do país, mas ainda assim, muitos consumidores estão perdendo de comprar peixes, causando prejuízos na cadeia de produção por conta de informações falsas que estão circulando.
A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão).
A enfermidade causa rigidez muscular de forma repentina, dores musculares, dor torácica, dificuldade para respirar, dormência, perda de força em todo o corpo e urina cor de café, pois o rim tenta limpar como impurezas, o que causa uma lesão na musculatura. A doença causa, muitas dores musculares, lembrando a dengue, porém sem febre.
Os sintomas costumam aparecer entre 2 e 24 horas após o consumo dos peixes ou crustáceos.
Confira na matéria de Fabiana Serra: