Preso confessa ter matado inspetor mecânico durante assalto a farmácia em São Luís
O latrocínio (roubo seguido de morte) aconteceu no dia 16 de abril deste ano
Um homem identificado como Guilberth Riler de Jesus Silva, de 23 anos, que já estava detido por roubo no Sistema Penitenciário do Maranhão, foi alvo nessa terça-feira (12), de mais uma ação da Polícia Civil do Maranhão.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/g/A/8BP7X5RaAkc3KF7BHB7Q/whatsapp-image-2022-07-12-at-16.46.42.jpeg)
Preso confessou ter praticado o latrocínio. (Foto: Divulgação)
Ele confessou ter matado o inspetor mecânico Flávio Mesquita, de 45 anos, durante o assalto a uma farmácia no bairro do Monte Castelo, em São Luís.
O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) aconteceu no dia 16 de abril deste ano e foi registrado por câmeras de segurança.
Durante as investigações, a polícia identificou outros envolvidos no crime como José Raimundo dos Santos Costa, também conhecido como ‘Bananeiro’ ou ‘Baixinho’, de 29 anos. Ele foi preso no dia 22 de abril, no bairro da Areinha, na capital.
Em depoimento, José Raimundo confessou a participação dele no assalto à farmácia. Segundo a polícia, ele estava a dirigindo a motocicleta que ajudou Guilberth Riler a fugir do local, após praticar o latrocínio. Além da prisão, a polícia apreendeu a moto utilizada no crime.
Já Guilberth Riler, que era o segundo suspeito, apontado como autor dos disparos que matou a vítima, estava foragido no interior do Maranhão.
Nas investigações, a polícia descobriu que o suspeito já havia retornado para São Luís e acabou sendo preso, recentemente, pelo crime de roubo, estando, portanto, no sistema penitenciário.
Nesta terça, Guilberth Riler foi levado para a SHPP, onde a polícia deu cumprimento ao mandado de prisão contra ele e o interrogou sobre o crime. Durante o interrogatório, Guilberth Riler confessou ter matado a vítima a tiros na hora do assalto.
Após ser ouvido, o preso foi reencaminhado ao sistema penitenciário e está à disposição da Justiça.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações do caso continuam sendo realizadas por meio da Superintendência de Homicídios e de Proteção à Pessoa.