TVs, 400 computadores, móveis: Câmara calcula R$ 3 milhões em danos de atos
Itens vão precisar ser repostos ou reparados.
Os danos causados durante as manifestações golpistas que destruíram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal Federal) custarão cerca de R$ 3 milhões para reparos.
Entre os itens que vão precisar ser repostos ou reparados estão:
- 400 computadores, avaliados em R$ 2 milhões;
- dois monitores de parede, avaliados em R$ 10 mil;
- três TVs, avaliadas em R$ 2 mil cada;
- duas viaturas da Polícia Legislativa, danificadas em R$ 500 mil;
- vidros nas fachadas e internos, avaliados em R$ 100 mil;
- 100 m² de áreas queimadas ou inundadas, com custo estimado de R$ 20 mil para reposição.
Outros bens danificados foram mesas de vidro do Salão Verde e cadeiras operacionais das lideranças do PSDB e do PT, queimadas pelos invasores.
Obras de arte
O prejuízo resultante da destruição e da subtração das obras de arte e de presentes protocolares, e os custos para recuperação dos objetos que foram deixados, ainda não foram estimados.
Dos 46 presentes protocolares expostos no Salão Verde, seis estão desaparecidos ou irrecuperáveis. Muitos foram encontrados com danos pontuais que poderão ser restaurados.
- Muro Escultórico, de Athos Bulcão, 1976. Ele foi perfurado na base;
- Bailarina, de Victor Brecheret. Ela foi descolada da base;
- Escultura Maria, Maria, de Sônia Ebling, 1980. Ela foi marcada com paulada.
Ainda não foram levantados os custos com mão de obra e material necessários à limpeza dos ambientes e reparos emergenciais, como da rede elétrica da plataforma superior do Palácio do Congresso.
Segundo a Câmara, também foram danificadas:
- escultura de Alfredo Ceschiatti, em bronze fundido, de 1977, conhecida como Anjo – Salão Verde;
- painel Candangos, de Emiliano Di Cavalcanti, de 1960 – Salão Verde;
- painel Araguaia, de Marianne Peretti, 1977 – Salão Verde;
- painel Alumbramento, de Marianne Peretti, 1978 – Salão Branco/Chapelaria.